A beleza não pode ser padronizada, comercializada, comparada. Na filosofia do belo não existe beleza pura, absoluta, inquestionável.
A beleza surge no olhar da pessoa que se encanta com ela mesma.
Devemos ser como fotógrafos generosos que clicam com mágica as imagens sutis e fazem delas obras de arte.
Camila Cury, no livro 'A beleza está nos olhos de quem vê', indica quatro ferramentas para educar a emoção e a auto-estima da mulher:
1. Cuidado: o seu julgamento diante do espelho está frequentemente
distorcido. Não confie em si mesma quando se pune achando-se
horrível, diminuída e desinteressante.
2. Saiba que a imagem do espelho reflete seu estado emocional. Em
um estado de júbilo, alegria e tranquilidade, você pode se sentir
bela e atraente, enquanto que em estado de angústia, ansiedade
e humor depressivo, você pode se sentir péssima, pouco atraente
e, em alguns casos, a última das mulheres.
3. Não se concentre excessivamente no corpo nem nas roupas de
outras mulheres para não criar rígidos modelos de comparação.
Quem é especialista em se comparar torna-se especialista em se
diminuir e se desvalorizar.
4. Toda pessoa pessimista, autopunitiva e rígida não é afetiva nem
carinhosa com ela mesma. É escrava, vivendo numa sociedade
livre. LIBERTE-SE.
Não se deixe escravizar pela tirania da beleza imposta pelos meios de comunicação. Você é uma pessoa linda e precisa se ver assim. Ninguém é capaz de acariciá-la melhor do que você mesma.
(Fontes: Camila Cury e www.aeradoespirito.net)




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