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domingo, 15 de julho de 2018

PSICOTERAPIA NÃO É COISA DE MALUCO.

– Onde dói?
– Aqui no coração.
Mais uma consulta. Mais pedidos de exames. Aquele já era o terceiro médico. Até ali tudo normal. O que tinha, afinal, aquele jovem coração sofredor?
O velho pediatra, o cardiologista da família, o tio neurologista, a prima otorrino. Todos foram consultados. O que um neuro e uma otorrino têm a ver com coração? Não implique! Na hora do desespero você também deve sair perguntando a todo mundo. Não pergunta?
Eco, exame de esforço, eletro: normal. O que dói? Dói a alma. Almas doem pelo corpo. Mas,tímidas, não aparecem em fotos. Não tiram selfie. Não se mostram nem nos exames mais sofisticados e coloridos. Não fazem exposição da figura. Dores da alma doem no corpo como ferida aberta e sem casca. É por onde elas saem. Cada um tem seu órgão de choque. Há quem sinta o mundo com a barriga. Outros têm enxaquecas terríveis, azia, insônia, perdas de apetite.

De dores cada um tem uma mala cheia. A gente disfarça ou não. Desabafa com o amigo ou se cala em culpas e vergonhas. No medo de murchar, não desabrocho. No medo de perder, não amo. Medo de desagradar e não ser mais querido, engulo sapos.
Vou colecionando afetos como panela de pressão com defeito. Nada sai. Até que um dia a gente explode. Quem parecia tão calmo, um dia explode em raiva, pranto e angústia. Não era calmo? Não, não era.
O casal chega no consultório. A moça muito amuada, me olha desconfiada. O marido começa a falar.
– Ela anda triste. Não consegue mais cuidar nem dela mesma. Chora muito. Às vezes parece que chora à toa, sem motivo. Falei para ela vir aqui procurar uma ajuda. Ela se ofendeu comigo. Disse que não é doida.
A moça, ofendida, quase pulou do sofá.
– E não sou mesmo, viu, doutora? Não sou doida. Não vou ficar aqui. Não vou fazer essas coisas de doido. Quem precisa de tratamento é ele. Pois ele que fique.
Quem precisa de tratamento? Olhando assim bem de perto, diria que todo mundo. Não pelas esquisitices que cada um traz guardadas no bolso. Mas pelas dores tantas e tão profundas que, às vezes, nos impedem de caminhar.
Posso ser esquisitíssimo. Sou Feliz? É o que me basta. Não sou? Então, tenho que tomar providências. Porque a vida é muito curta para passar sofrendo, não é não?

A psicoterapia é pescadora de almas. Faz o resgate dos pedaços perdidos pelo caminho. É o processo de reconstrução das falas, dos afetos presos, dos medos e das dores. Isso é coisa de maluco? Amigos, maluca é a vida. Vida é coisa louca.
Não me assusta ser louca. Me assusta é ser infeliz. Imersa na lama de mágoas. Paralisada nas areias movediças dos ressentimentos. A terapia abre portas trancadas, destrava janelas, areja afetos. Deixa entrar luz onde só havia medo e vergonha. Relê histórias antigas, descobre novas versões. Colorimos o que antes era triste bege. Velhos lutos fechados se abrem em nova vida.

(Por Mônica Raoulf El Bayeh)


domingo, 8 de julho de 2018

SEJAMOS NÓS MESMOS O AMIGO QUE DESEJAMOS ABRAÇAR.



"Por vezes nos sentimos frágeis e procuramos força no amparo amigo.

Por mais que nos amem, nem sempre os amigos conseguem fortalecer-nos na medida da circunstância que nos aflige. 

Nessas horas, ainda que frágeis, sejamos a nossa própria fortaleza.

Sejamos nós mesmos o amigo que desejamos abraçar.

Encontremos força em nosso peito, coragem em nossos passos, fé em nossas atitudes, e sobretudo a energia positiva que nos assegura que tudo irá passar, e assim um novo horizonte irá nascer.

Tenhamos amigos verdadeiros e eternos, mas não nos esqueçamos que o nosso melhor amigo somos nós mesmos, pois sempre contamos com o nosso coração e sempre iremos contar... Sempre!"


(Nicoli Miranda)



Não se renda, ainda há tempo de alcançar e começar de novo,
aceitar as suas sombras, enterrar os seus medos,
liberar o lastro, retomar o voo.

 Não se renda porque a vida é isso,
continuar a viagem, perseguir seus sonhos,
destravar o tempo, tirar os escombros
e descobrir o céu.

Não se renda, por favor não ceda,
mesmo que o frio queime, mesmo que o medo morda,
mesmo que o sol se esconda e que o vento se cale.
Ainda há fogo na sua alma, ainda há vida nos seus sonhos..."

Benedetti


domingo, 1 de julho de 2018

A NATUREZA.



A natureza é magnífica. Mostra-nos tudo, sem nada dizer.

Insetos ordeiros, trabalham, incessantemente, mantendo a vida, cada qual realizando o papel para o qual nasceu.

Árvores generosas, após a queda de suas folhas, renascem, lindas, prontas para a nova florada, que se transformará em vidas mil, com seus frutos encobrindo poderosas sementes que, pacatas, aguardarão a oportunidade de serem lançadas ao solo rico, multiplicando bençãos.

Aves rápidas, bailam pelos céus, cantando a melodia da criação.

Do chão, brotam alimentos para todos, numa oferenda sagrada a manter a vida em todas as partes.

Por fim, ensina-nos a mestra natureza que, apesar da escuridão que surge, desafiadora, a cada por de sol, um novo momento ressurgirá, repleto de luzes e oportunidades, a fim de que possamos, nesta Terra de Deus, realizar o que é realmente necessário: o melhor de nós.


(Cláudia Gelernter).



domingo, 24 de junho de 2018

MEU COMPROMISSO COM A VIDA.

                                                         
                                                              (Andrei Markin art)

Olho para o passado com lascas de nostalgia e pontas de melancolia. Caminhos que nunca trilhei hoje parecem bem mais fáceis. Amores que exigiram coragem voltam a me seduzir para me deixar ainda mais triste. Aventuras que nasceram de narcisismos e falsas onipotências reclamam explicações; como justificar tanto delírio? Não, não pretendo remontar passado. Desisto de qualquer tentativa de ressuscitar o que jaz sob o lajeado da decepção.

Para refazer meu compromisso com a vida, abandono o rigor de um humanismo idolátrico. Não idealizo as iniciativas ideológicas. Sei que toda instituição convive com o germe de sua própria inutilidade. Também não me prostro no altar do niilismo; descreio da capacidade humana de erguer-se pelos próprios cadarços. Meu existencialismo é frágil, carregado de suspeita. Minha religião, cheia de decepção. Minha ideologia agoniza debaixo dos escombros da modernidade.

Para refazer meu compromisso com a vida, largo na beira da calçada as metas-narrativas. Desconfio dos projetos globais. Incoerência entre discurso e prática me desesperam. Criei cismas. Rio por dentro; é meu jeito de sobreviver aos ufanismos que tanto me irritavam no passado. Sei que preciso aniquilar os fantasmas que me deixaram com a sensação de ser um deus.

Para refazer meu compromisso com a vida, desisto de tentar levar a ferro e a fogo qualquer coisa. Erros me fizeram bem. Boas ações me arruinaram. Amigos me entristeceram. Desconhecidos me acolheram. Quando planejei, empaquei. Por outro lado, inesperadamente a vida deu certo sem planejamento. Sofri também com erros. Paguei um alto preço por ser indolente. Mas, incrível, quando deixei para o dia seguinte o que deveria fazer hoje, foi bom.

Para refazer meu compromisso com a vida, quero ser leve como a pluma que escapou da asa do cisne, denso como o ruço que cobre a madrugada, escuro como a noite tropical sem lua, e transparente como o mar do Mediterrâneo. Hei de aprender a não discursar. Almejo ser mais enfático mas só em ternura; mais brando em afirmações. Pretendo rearrumar minha oratória. Quero voltar a olhar para o nada, como as crianças; a entrecortar frases com longas pausas, como os monges; a ritualizar os instantes, como os namorados.

Para refazer meu compromisso com a vida, espero envelhecer sem casmurrice. Acolher as doidices dos jovens, lembrando de como as minhas faziam sentido. Celebrar cada manhã como uma ressurreição. Aguardar o pôr-do-sol como uma grávida anseia pelo primeiro choro do filho. Plácido como um lago entre duas montanhas, espero encarar a morte. E que não reste nenhuma nesga de frustração em minha alma. E que eu descanse no sábado final com um sorriso maroto, sorriso de quem foi embora dizendo: valeu viver.

(Por Ricardo Gondim)


domingo, 17 de junho de 2018

É PRECISO SABER DIZER ADEUS.



Há coisas que ninguém nos ensina; há coisas que nunca queremos aprender.
Recebemos de bom ou mau grado o que a vida nos impõe e depois nos apegamos a essas coisas, pessoas ou sentimentos como se para existirmos precisássemos deles.
Dizer adeus é como deixar um pedaço de si e se impedir de olhar pra trás.
Sim... confesso que é difícil dizer adeus, aquele sem retorno, às pessoas que amamos e aceitar isso como parte natural da vida.
É amargo aceitar o adeus dos sonhos, dos que começaram e jamais foram terminados.
Mas o que é incompreensível no ser humano é a rejeição do adeus total e definitivo às feridas e magoas que consomem nossas entranhas. É a dificuldade em livrar-se do passado, das manchas da alma, do que nos impede de ter uma vida normal e possivelmente feliz.
Há pessoas que guardam tudo e saem carregando nos ombros o que recolheram da vida. Isso faz com que caminhem com passos mais lentos, faz com que nunca cheguem a um lugar definido.
Para alcançarmos libertação e cura deveríamos possuir a arte de saber deixar definitivamente para trás o que nos impede de avançar.
Quem cultiva a dor, colhe a dor; quem cultiva ódio, colhe ódio; quem cultiva ressentimentos, colhe ressentimentos.
Se nosso coração é um jardim, devemos saber o que estamos plantando nele e o que estamos arrancando. Se com lágrimas regamos o mal que nos fizeram, com lágrimas colheremos o mal que nos fazemos a nós.
É preciso aprender a dizer adeus a todas as mágoas, custe o que custar, se quisermos alcançar a misericórdia prometida, a graça eterna... se quisermos ser, nem que seja um pouquinho, parecidos com Jesus.

Letícia Thompson

domingo, 10 de junho de 2018

SEJA FELIZ POR VIVER...


                                                           (Margarita-Kareva)

Que sua presença,
seja sempre um sopro de ar puro
para o ambiente em que estiver.

Que sua pessoa seja digna de confiança,
mas com um toque de criatividade.
Disponível, mas sem esquecer-se de si.

Incansável pelo ideal,
mas satisfeita com a vida.
Ligada aos amigos,
mas capaz de pensar distante.

Não conte os anos que já viveu,
mas ame a vida simplesmente.
Ocupe-se intensamente no que faz,
sem pensar no que poderia ter feito.

E se um dia já não puder seguir
fisicamente o ritmo habitual,
descubra mil outras coisas para fazer,
outros mundos para explorar
e pessoas para amar, mantendo a paz e o entusiasmo no espírito.

Assim, muitos buscarão a sua amizade,
pela sua alegria contagiante,
pela sua inspiração que sugere,
e sobretudo pelo exemplo que proporciona
de uma vida plenamente realizada.


(msg.do livro: "100 dicas para viver melhor")


domingo, 3 de junho de 2018

NÃO EXISTE BOTOX PARA O VAZIO EXISTENCIAL.


                                             (Konstantin-razumov)
Não somos nada nem ninguém sem consumir. Você já parou para pensar nisso? Vivemos numa sociedade de consumo, disso todos nós sabemos. Acontece que a nossa ânsia por obtenção palpável se estendeu até os desejos mais íntimos. Não adquirimos por ímpeto apenas roupas, sapatos, objetos. Nós consumimos sentimento, gente, sexo, prazeres, tempo. Tudo. Parece que sem consumo não existe vida. Nem bem-estar. Nem alegria. Nem amor. Nem nada.
As pessoas estão cada vez mais insatisfeitas com elas mesmas e com o mundo. Querem preencher a qualquer custo os seus buracos. Consomem tudo e todos ao mesmo tempo, na ânsia desesperada de abarrotar os espaços vazios que levam por dentro.
Começam se enchendo de coisas, mas logo o tangível passa a não bastar. Então, encontram nos outros a possibilidade da sensação de plenitude, de prazer e satisfação. É uma perseguição efêmera atrás da saciedade.
Aí vem a primordialidade de ter e sentir, a carestia da posse, que comanda os sentidos e determina as ações. Objetos já não suprem a ausência física de uma companhia, o desamor que maltratou o coração, o desejo carnal irrefreável. É preciso sentir que alguém lhe pertence, nem que seja por algumas horas, até atingir um nível de contentamento. A ideia da posse acalma.
O problema é que depois que o refém é liberado, um rombo maior se abre por dentro, e você vai precisar preenchê-lo outra vez. E mais outra. E assim, sucessivamente. Até que uma sombra equilibre a sua e, juntos, consigam fechar todos os rasgos.
Enquanto isso não acontece a busca pelo prazer e pela companhia entra em um círculo vicioso. É preciso se sentir querida, desejada, amada, reverenciada. Se consome amizade, se consome sexo, se consome o tempo dos outros, a atenção. Aliás, o tempo é uma coisa curiosa.
Tem gente que só se sente vivo, de fato, se estiver abusando de todo e qualquer sopro de segundo. Perder tempo ou sentir que não está fazendo nada com ele é infelicidade na certa, é causa mortis. Abusam do tempo, o tempo todo, a fim de afirmar-se vivo.
E assim, o consumo se expande junto das vontades cada vez mais ansiosas e caprichosas. O eu grita mais e mais alto, faz as suas birras, é exigente. Você cede. Até porque a sensação é de que uma vida sem consumo é chata, vazia e sem nenhum propósito. O pensamento é que só é possível ser feliz quando se adquire, seja lá o que for.
As pessoas gastam dinheiro, gastam tempo, investem os seus planos e sonhos, se desgastam em expectativas e frustrações. Tudo em busca de um sentimento de verdade. Não precisa ser imenso, não, mas que seja inteiro.
A verdade é que enquanto faltar amor aqui dentro nós continuaremos procurando lá fora por alguém que nos baste. Miraremos alvos incertos, consumiremos o mundo freneticamente, expostos ao tiroteio dos corações caçadores.
A esperança é que, no meio da artilharia, em lados opostos, nos reconheceremos dentre tantos atiradores; nós e o nosso amor próprio. Só quando nos encontrarmos deixaremos de ser ávidos consumidores de gente.

(Por Karen Curi – Jornalista)


sábado, 26 de maio de 2018

ABRA UM SORRISO, ESPALHE A PAZ...



"Abra um sorriso, espalhe a paz, divida a felicidade que ela vai se multiplicar em sua vida". 


O mais fácil mesmo é se entregar, é cair no choro, é desesperar. O mais fácil é se arrebentar noite afora na insônia das horas que martelam a cabeça, cheio de pensamentos vazios e destrutivos. O mais fácil é reclamar de Deus, é se acusar: foi eu que errei sim. Acuse-se, xingue-se, desacredite-se, reclame, fale mal de você, chore mais....destrua-se.
A dor é sua, a vida nem tanto, existem pessoas que acreditam em você e esperam mais de suas atitudes.. O mais fácil ainda é aceitar tudo que te acontece.
É duro lutar, é duro viver de bem com você mesmo se você não está nem acreditando na sua capacidade de reagir.
É duro conviver com você algumas horas quando você fica nesse estado de desânimo. Nem você se agüenta, fica louquinho para sumir, para desaparecer. Fala sério, qual o seu medo?
Porque será que você tem tanto medo de ser feliz, de ser rico, de possuir tudo que sonha e tem real desejo?
Porque você se limita tanto?
Porque se acusa tanto?
Porque se cobra tanto?
A vida é abundância, é completamente rica e cheia de surpresas, é complexa na maneira como acontece, mas é extremamente simples de se viver, nós é quem complicamos tudo com nossos medos, nossas falsas expectativas, nossos sonhos malucos. Esperamos muito de pessoas que não merecem. 
Esperamos muito de concursos, de loterias, de planos furados, fugimos da realidade, e fatalmente uma hora a realidade vem a tona e nos chama a atenção.
Porque caímos de novo? Mas, me diga afinal: do que você tem tanto medo?
Porque manter-se nessa casca de vítima, de infeliz, de coitadinho de Maria?
Assuma sua parte no Universo que é tão grandioso, tão repleto de belezas. Você cheio de carinho, de amor para distribuir e fica parado a espera de um "trem que já passou"???
Acorda, hoje é o dia.
Hoje é seu momento.
Ontem morreu, fedeu e já está guardado nas páginas do que não volta mais.
Amanhã eu nem sei se estaremos aqui para ver como ficou.
Então levanta de sua posição cômoda de "quem se julga injustiçado" e vá a luta.
Vai buscar a sua quota de felicidade, mas sem pedir, você não é mendigo, você é parte do Universo e já pode exigir a sua melhor porção. Liga agora para todos os amigos e diz : "Vamos festejar:
Eu estou vivo e quero comemorar!" Graças a Deus que você esta vivo e pode comemorar comigo.
Celebremos a vida!!

(Paulo Roberto Gaefk)


domingo, 20 de maio de 2018

AS QUATRO LEIS DO DESAPEGO PARA A LIBERAÇÃO EMOCIONAL.



É possível que a palavra desapego lhe cause uma sensação de frieza e egoísmo. Nada está mais longe da realidade. A palavra desapego, compreendida dentro do contexto do crescimento pessoal, é um valor interno precioso que todos nós devemos aprender a desenvolver.
Praticar o desapego não significa abrir mão de tudo o que é importante para nós, rompendo vínculos afetivos ou relacionamentos pessoais com aqueles que fazem parte do nosso cotidiano.
          “Desapego significa saber amar, apreciar e se envolver nos relacionamentos com uma visão mais equilibrada e saudável, libertando-se dos excessos que o prendem”.
Liberação emocional é viver mais honestamente, de acordo com as suas necessidades. Crescer, progredir com conhecimento de causa, sem prejudicar ninguém e não deixando ninguém o limitar.

Conheça abaixo as 4 leis do desapego para a liberação emocional. Vamos praticar?

1 – Lei do desapego: Você é responsável por si mesmo

Ninguém pode viver por você. Ninguém pode respirar por você, se oferecer como voluntário para carregar suas tristezas ou sentir suas dores. Você é o arquiteto da sua própria vida e de cada passo que dá em seu caminhar.
Portanto, a primeira lei que deve ter em mente para praticar o desapego é tomar consciência de que você é totalmente responsável por si mesmo.
Não responsabilize os outros pela sua felicidade. Não imagine que para ser feliz é necessário encontrar o parceiro ideal ou ter o reconhecimento de toda sua família.
Se a opinião dos outros é a sua medida de satisfação e felicidade, você não vai conseguir nada além de sofrimento. Raramente os outros suprirão as nossas necessidades.
Cultive sua própria felicidade, seja responsável, maduro, conscientize-se das suas escolhas e consequências e nunca deixe que seu bem-estar dependa da opinião alheia.

2 – Lei do desapego: Viva no presente, aceite e assuma a sua realidade

Muitas vezes, não conseguimos aceitar que nesta vida nada é eterno, nada permanece sempre igual; tudo flui e retoma seu caminho. Muitas pessoas estão sempre focadas no que aconteceu no passado e isso se torna um fardo pesado que carregamos no presente.
Mesmo que seja doloroso, aceite, assuma o passado e aprenda a perdoar. Isso o fará se sentir mais livre e o ajudará a se concentrar no que realmente importa: “o aqui e agora”. Liberte-se!

3 – Lei do desapego: Liberte-se e permita que os outros também sejam livres

  “Assuma que a liberdade é a forma mais plena, íntegra e saudável de aproveitar e compreender a vida em toda a sua imensidão”
Ser livre não nos impede de criar vínculos com os outros. Criar vínculos, amar e ser amado, fazem parte do nosso crescimento pessoal.
O desapego significa que você nunca deve assumir a responsabilidade pela vida dos outros, que eles não podem lhe impor seus princípios e nem tentar prendê-lo. É assim que surgem os problemas de relacionamento e o sofrimento.
Os apegos exagerados nunca são saudáveis. Temos como exemplo aqueles pais obcecados por proteger os filhos, que os impedem de crescer e avançar com confiança para explorar o mundo.
A necessidade de desapegar-se é fundamental nesses casos; cada um um deve sair dos seus limites de segurança para enfrentar o imprevisto e o desconhecido.

4 – Lei do desapego: As perdas irão acontecer mais cedo ou mais tarde

Devemos aceitar que, nesta vida, nada dura para sempre. A vida, os relacionamentos e até os bens materiais acabam desaparecendo como fumaça, escapando por uma janela aberta ou deslizando através dos nossos dedos.

As pessoas vão embora, as crianças crescem, alguns amigos somem e perdemos alguns amores… Tudo isso faz parte do desapego. Temos que aprender que isso é normal e enfrentar essa situação com tranquilidade e coragem.O que nunca pode mudar é a sua capacidade de amar. Comece sempre por por você mesmo.

(amenteemaravilhosa.com.br)

domingo, 13 de maio de 2018

A URGÊNCIA DE VIVER.




" O que você fez hoje é muito importante,
porque você está trocando um dia de sua vida por isso."



Esperamos demais para fazer o que precisa ser feito, num mundo que só nos dá um dia de cada vez, sem nenhuma garantia do amanhã. 

Enquanto lamentamos que a vida é curta, agimos como se tivéssemos à nossa disposição, um estoque inesgotável de tempo.

Esperamos demais para dizer as palavras de perdão que devem ser ditas, para deixar de lado os rancores que devem ser expulsos, para expressar gratidão, para dar ânimo, para oferecer consolo.

Esperamos demais para ser generosos, deixando que a demora diminua a alegria de dar espontaneamente. 

Esperamos demais para ser pais de nossos filhos pequenos, esquecendo quão curto é o tempo em que eles são pequenos, quão depressa a vida os faz crescer e ir embora.

Esperamos demais para dar carinho aos nossos pais, irmãos e amigos.
Quem sabe, quão logo será tarde demais?

Esperamos demais para ler os livros, ouvir as músicas, ver os quadros que estão esperando para alargar nossa mente, enriquecer nosso espírito e expandir nossa alma.

Esperamos demais para enunciar as preces que estão esperando para atravessar nossos lábios, para executar as tarefas que estão esperando para serem cumpridas, para demonstrar o amor, que talvez não seja mais necessário amanhã.

Esperamos demais nos bastidores, quando a vida tem um papel para desempenhar no palco.
Deus também está esperando nós pararmos de esperar. Esperando que comecemos a fazer agora tudo aquilo para o qual este dia e esta vida nos foram dados.

É hora de VIVER!!! 

(Henry Sobel)

domingo, 6 de maio de 2018

OS SETE HÁBITOS MENTAIS DAS PESSOAS INFELIZES.



                                                   
A felicidade pode se apresentar de tantas maneiras diferentes que pode até ser difícil de definir. No entanto, a infelicidade é fácil de identificar. Quantas pessoas infelizes você conhece? A felicidade tem menos a ver com as circunstâncias da vida do que parece, porque a felicidade está sob o controle de cada um muito mais do que pensamos. A felicidade é o produto dos nossos hábitos e da nossa visão da vida.
Quando a gente é infeliz é mais difícil estar próximo dos outros e mais ainda trabalhar com eles. A infelicidade leva as pessoas a se manterem longe, criando um círculo vicioso que as impede de conseguir tudo aquilo do que são capazes.
A infelicidade pode surpreendê-lo. Grande parte da sua felicidade é determinada pelos seus hábitos, tanto mentais quanto comportamentais. Portanto, cabe uma pergunta, o que é preciso observar para garantir que os seus hábitos não o arrastem para o abismo?
Alguns hábitos conduzem à infelicidade mais do que outros. Por isso, é preciso ser especialmente cuidadoso com alguns deles. São os seguintes:

Culpar a todos exceto você mesmo.

Em vez de assumir a responsabilidade de ação com a finalidade de criar uma vida melhor para si mesmo,  a pessoa infeliz constantemente critica os outros, colocando toda a responsabilidade sobre seus ombros e culpando-os por tudo de errado na sua vida.

Reclamar ao invés de tomar atitudes.

As pessoas infelizes gostam muito de reclamar. Além disso, elas constantemente focam no quão grandes são os seus problemas ao invés de tentar encontrar uma maneira de superá-los.

Enxergam-se como vítimas do seu destino.

Na vida podemos escolher entre ser criadores ou vítimas. As pessoas infelizes optam pelo vitimismo. Elas acreditam que não têm o que precisam para criar uma diferença positiva em suas vidas, e por isso deixam de trabalhar pelos seus objetivos e se enchem de remorso e angústia.

Perdem o presente pensando no futuro e no passado

O momento presente é o único momento que realmente importa. O passado já foi e o futuro está por vir. É aqui e agora que realmente podemos viver. As pessoas infelizes sempre se preocupam com o futuro e não deixam de lado seu vínculo emocional com  experiências passadas.

Ficar preso no jogo da competição.

As pessoas são seres profundamente sociais, o que quer dizer que a alegria pode nascer da cooperação e do compartilhamento. No entanto, os que não são felizes não percebem que estão imersos na competição, sempre tratando de superar os outros com a finalidade de se sentirem melhor consigo mesmos. A única coisa que conseguem é tornarem-se miseráveis e estressados.

Dificuldade em confiar nas pessoas.

Todos nós precisamos de amizade e amor nas nossas vidas para sermos felizes. Mas para termos relações íntimas ou amizades, precisamos ter um coração aberto e confiar nas pessoas. Quem é infeliz se sente inseguro porque não confia nos outros por medo de ser ferido ou ficar decepcionado.

Buscar constantemente a aceitação dos outros.

A liberdade é um direito de nascimento de todos, mas devido à forma como fomos educados muitos de nós somos condicionados a acreditar que temos que ter a aceitação dos outros antes de fazer algo que desejamos.
Esse é o caso das pessoas infelizes que nunca pensam por si, nem agem por conta própria, mas seguem uma trajetória criada pelos outros, esforçando-se para cumprir certas expectativas. Isso apenas faz com que elas sintam um imenso sofrimento.

Ser pessimista.

O pessimismo é o maior combustível da infelicidade. O problema em ter uma atitude pessimista é que ela se transforma numa profecia auto-realizável: se você espera que coisas ruins aconteçam, é provável que elas realmente ocorram.

Não se esforçar para melhorar.

Devido ao fato das pessoas infelizes serem pessimistas e se sentirem fora do controle das suas vidas, elas tendem a sentar e esperar que a vida passe diante dos seus olhos. Ao invés de estabelecer objetivos, aprender e melhorar, elas avançam penosamente e logo se perguntam o porquê das coisas não mudarem nunca.
(amenteemaravilhosa.com.br)

NÃO PERPETUE A SUA INFELICIDADE ALIMENTANDO TAIS HÁBITOS. 

domingo, 29 de abril de 2018

"DAR OUVIDOS PARA A MALDADE ALHEIA É PROLONGAR O MAL"




"Chega uma hora em que você entende que o que as pessoas falam é só o que elas falam. E não o que você é. Não atinge, não incomoda, não ofende.
Porque você só se culpa se sua consciência permitir. E se ela está tranquila, qualquer tipo de ataque alheio é o mesmo que nada. Aí você aprende que cada um oferece o que tem.
E você pára de revidar, de se preocupar, de se abalar com julgamento de quem vive de mal com a vida. Você percebe que atrai o que transmite e passa a usar seu tempo só com quem te faz bem.
E aí fica em paz. Porque a gente ganha uma briga quando ‘foge’ dela.
“Dar ouvidos para a maldade é prolongar o mal."

 Karla Tabalipa


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